O que Jesus pensa de nós?

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Todas as vezes em que leio Cânticos, gosto de fazê-lo como se Jesus houvesse escrito cada palavra para mim. Cada versículo soa como uma simples, mas estrondosa declaração de amor. E não me parece nem um pouco estranho, já que todos os capítulos estão recheados dessas declarações- da época, mas declarações – do noivo para sua noiva; e o que Jesus é, senão meu Noivo? E o que eu sou, senão noiva?

Jesus tem me ensinado dia após dia sobre algo que definitivamente mudou meu modo de pensar: Ele tem me ensinado sobre o valor de ser mulher; e não só isso, mas de ser uma mulher segundo Ele mesmo. Tenho percebido que todo o mover que Ele tem executado nessa geração tem passado entre nós, mulheres, com a mesma intenção: entender o valor que temos para disseminá-lo. É como se estivéssemos sendo moldadas e ao mesmo tempo treinadas para travar uma grande batalha do nosso modo.

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O Deus da exclusividade

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“Eu queria ter o cabelo de fulana” “Eu queria ter o corpo de fulana” “eu queria saber dançar/cantar/atuar como fulana” “Eu queria ser maravilhosa como a Kim Kardashian. Na verdade, eu queria ser uma Kardashian”.

Eu queria, eu queria, eu queria…

Você provavelmente já disse ou já ouviu alguém dizer uma dessas frases – e tantas outras. Nessa semana, Deus tem me incomodado muito acerca de uma coisinha muito simples: identidade. Mas não no sentido de saber quem somos nEle, mas de saber como somos para Ele. Num desses dias de reflexão, olhei para o céu e pensei: imagine que chato se Deus tivesse feito todas as pessoas iguais?

Imagine se o mundo fosse povoado por várias pessoas como eu? Ou como você? Você pode não gostar de si mesmo ou de algo específico na sua vida, corpo, etc, mas já parou pra pensar que, dentre tantas pessoas, só existe uma pessoa como você? E que é você?Leia mais »

Pare de procurar um mozão

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A cada dia que passa, tenho encontrado uma geração de moças cristãs mais “desesperada” em procurar o tal do “namorado perfeito”, em busca do “casamento perfeito” e da “vida a dois perfeita”. Uma vez, uma amiga de vinte e cinco anos disse que já tinha passado da hora de casar; noutra, meninas de dezesseis/dezessete anos vieram até mim chorar pitangas por causa do carinha-que-ninguém-sabe-quem que transformou corações em cacos, dizendo que precisavam de “alguém”, que não queriam ficar sozinhas.

Por que tantas aspas? Simples: não existe namorado perfeito, casamento perfeito, vida a dois perfeita e não, você definitivamente não precisa de alguém.

Nós nos saímos muito bem no quesito “confiar em Deus” até a hora que chegamos na nossa vida sentimental. Ela é como aquela gaveta bagunçada que insistimos em esconder porque, na nossa cabeça, sabemos arrumá-la bem melhor que Jesus – e se você pensa assim, me perdoe, mas você está completamente enganada.Leia mais »

O dia em que Ele me chamou de filha

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Tem uma coisinha que nem todo mundo sabe a meu respeito: passei uns anos longos e difíceis sem conseguir me olhar no espelho direito. Não sorria tanto como hoje. Não transmitia tanta positividade como agora. Não conseguia abraçar as pessoas por prazer, só por necessidade e olhe lá. Não fui tão trouxa, mas acabei confiando nas pessoas erradas. Resultado? Tranquei meu coração no fundo do armário e joguei a chave fora, afinal de contas, as pessoas que se aproximavam só o faziam porque queriam me fazer de otária, idiota e/ou coisas similares.

Minha vida era preto no branco, só. Eu entrava em determinadas vielas e não conseguia achar uma saída, uma luz, nada. Parecia que, quanto mais eu caminhava, menos eu me encontrava. A sensação de sempre estar perdida me sufocava. Era como correr em um labirinto cujas paredes estavam se fechando, e você não conseguia achar a saída nunca.Leia mais »